Segunda - Sexta / 09h às 17h

Sérgio Halmarin de Oliveira

Fundador — UniHands & HALDAN

Marketing

Negócios

Empresário

Gestão de Equipes

Obras & Reformas

Sobre a mente pensante

Por trás das empresas existe alguém que acredita nas pessoas.

E que vê no trabalho, no empreendedorismo e na criação de oportunidades uma das formas mais poderosas de transformar vidas.

— Sou empresário, fundador da UniHands e da HALDAN, com mais de 20 anos de experiência nas áreas de marketing, comunicação, vendas e desenvolvimento de negócios.

Ao longo da minha trajetória, participei da construção e gestão de empresas em diferentes segmentos, sempre com foco em crescimento sustentável, posicionamento estratégico e geração de valor para clientes e parceiros.

Além da experiência em marketing e negócios, desenvolvi uma forte atuação em gestão operacional, liderança de equipes e recursos humanos. Acredito que os melhores resultados surgem quando pessoas, processos e propósito caminham juntos. Meu trabalho é transformar desafios em oportunidades, desenvolver equipes e construir empresas capazes de gerar impacto positivo na vida das pessoas.

Depois de mais de 20 anos trabalhando com marketing, gestão e estratégia empresarial, encontrei nas obras e na manutenção uma nova forma de aplicar tudo o que aprendi. Comecei ajudando empresas a crescer através do marketing, mas descobri que os maiores aprendizados estavam escondidos dentro das operações. Hoje, através da UniHands, ajudo empresas e pessoas a transformar espaços — e principalmente, a transformar o que esses espaços fazem com as pessoas.

Manisfesto

O Homem Invisível

por Trás da Empresa

Pegue todo o dinheiro que você juntou durante a sua vida. Pegue suas economias. Pegue aquele valor que você guardou durante anos abrindo mão de viagens, conforto e tranquilidade.

Pegue o dinheiro que poderia estar rendendo em algum investimento seguro, que poderia estar financiando uma vida mais tranquila para você e sua família. Agora coloque tudo isso em risco. Não uma parte. Tudo. Coloque seu patrimônio, seu nome, sua reputação e seu futuro dentro de uma empresa. Se não for suficiente, faça empréstimos. Aceite juros absurdos. Assine contratos que podem comprometer anos da sua vida. Faça tudo isso para tentar construir algo que gere oportunidades para outras pessoas.

Depois contrate funcionários. Gere empregos. Dê oportunidades para pessoas que muitas vezes não conseguiriam uma colocação sozinhas. Invista em treinamento. Compre ferramentas. Compre equipamentos. Monte estrutura. Invista em marketing. Invista em sistemas. Invista em processos. Faça tudo o que dizem que uma empresa séria deve fazer. E então descubra que a parte fácil era abrir a empresa. A parte difícil é mantê-la viva.

Quando o colaborador recebe seu salário em dia, poucos percebem que talvez você não tenha recebido nada naquele mês.

Agora faça promessas aos seus clientes. Diga que o serviço será entregue. Diga que haverá qualidade. Diga que haverá prazo. Diga que haverá garantia. E faça tudo isso contando com pessoas. Pessoas que podem faltar amanhã. Pessoas que podem chegar atrasadas. Pessoas que podem simplesmente não entregar aquilo que prometeram. Pessoas que podem cometer erros que custam milhares de reais. Pessoas que podem tratar mal um cliente que você levou anos para conquistar.

Quando isso acontece, ninguém procura o colaborador. Ninguém liga para saber quem faltou. O cliente procura você. É o seu telefone que toca. É a sua mensagem que chega. É a sua empresa que está na fachada. É o seu nome que está no contrato. É você quem pede desculpas. É você quem devolve dinheiro. É você quem absorve o prejuízo. É você quem passa vergonha.

Mas as contas continuam chegando. O aluguel continua chegando. Os salários continuam chegando. Os fornecedores continuam cobrando. Os impostos continuam vencendo. E aí começa uma das maiores ironias do Brasil: você arrisca tudo para produzir riqueza, gerar empregos e movimentar a economia, mas é tratado como se fosse privilegiado.

Existe uma fila enorme de pessoas para receber o resultado do seu trabalho, mas ninguém para dividir o risco.

Você paga imposto para faturar. Paga imposto para contratar. Paga imposto para comprar. Paga imposto para vender. Paga imposto sobre o lucro. Paga imposto para retirar o lucro. Paga imposto como empresa e paga imposto novamente como pessoa física.

O problema não é alguém ter direitos. O problema é quando a responsabilidade desaparece, mas a cobrança permanece. O problema é quando alguém acredita que o empresário é apenas alguém que ganha dinheiro sentado atrás de uma mesa, sem enxergar as noites sem dormir, os problemas acumulados, as dívidas, as preocupações e o peso de carregar uma estrutura inteira nas costas.

E mesmo assim, o empresário abre a empresa novamente no dia seguinte. Porque acredita nas pessoas. Porque acredita que é possível. Porque o impacto que gera vale o preço que paga.